Qual o valor cobrado por um advogado trabalhista?

Advogada explicando os honorários a um trabalhador em reunião no escritório

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Uma das principais dúvidas de quem pretende entrar com uma ação na Justiça do Trabalho é: qual o valor cobrado por um advogado trabalhista? Afinal, muitos trabalhadores deixam de procurar seus direitos porque acreditam que precisam pagar um advogado antes de iniciar o processo.

A boa notícia é que existem diferentes formas de contratação de um advogado trabalhista. Em muitos casos, os honorários podem ser pagos somente quando o trabalhador recebe os valores conquistados na ação judicial.

O escritório Frederico Bermúdez Advocacia Trabalhista, fundado em 2014 e localizado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, especialmente em reclamações trabalhistas envolvendo ausência de registro na carteira, reconhecimento de vínculo de emprego, verbas rescisórias e outros direitos trabalhistas.

Neste artigo, vamos explicar quanto custa contratar um advogado trabalhista, quais são os percentuais normalmente cobrados, como funciona o pagamento dos honorários e o que o trabalhador deve observar antes de contratar um profissional.

Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post “Qual o valor cobrado por um advogado trabalhista?”:

  1. Qual o valor cobrado por um advogado trabalhista?
  2. Qual a porcentagem que um advogado trabalhista cobra?
  3. É normal um advogado trabalhista cobrar 30%?
  4. O advogado trabalhista pode cobrar 40%?
  5. Preciso pagar um advogado trabalhista antes de entrar com o processo?
  6. Existe advogado trabalhista que cobra somente no final do processo?
  7. Quanto custa entrar com uma ação trabalhista?
  8. Quem perde uma causa trabalhista precisa pagar o advogado?
  9. Qual a diferença entre honorários contratuais e honorários de sucumbência?
  10. Como escolher um advogado trabalhista?
  11. Quanto custa contratar um advogado para reconhecer vínculo de emprego?
  12. Como contratar um advogado trabalhista em Porto Alegre?

Continue a leitura para descobrir qual o valor cobrado por um advogado trabalhista, entender como funcionam os honorários advocatícios e saber quais cuidados tomar antes de iniciar uma reclamação trabalhista.

Qual o valor cobrado por um advogado trabalhista?

O valor cobrado por um advogado trabalhista depende de diversos fatores, como a complexidade do processo, os direitos discutidos, o trabalho necessário e a forma de pagamento estabelecida entre o advogado e o cliente.

Não existe um preço único que todos os advogados trabalhistas sejam obrigados a cobrar.

Na prática, muitos profissionais que representam empregados trabalham com honorários contratuais calculados sobre os valores recebidos pelo trabalhador ao final do processo.

Por exemplo, se o advogado e o cliente combinarem honorários de 30% e o trabalhador receber R$ 20.000,00, o pagamento ao advogado corresponderá a R$ 6.000,00, considerando que esse seja o valor utilizado como base de cálculo no contrato.

Entretanto, é importante esclarecer que 30% não é um percentual obrigatório estabelecido pela legislação trabalhista.

Os honorários devem ser definidos em contrato, respeitando as normas profissionais da advocacia e os parâmetros aplicáveis da OAB.

Por isso, antes de contratar um profissional, o trabalhador deve perguntar qual o valor cobrado por advogado trabalhista e como será realizado o pagamento.

Qual a porcentagem que um advogado trabalhista cobra?

Uma dúvida muito comum entre os trabalhadores é saber qual porcentagem um advogado trabalhista pode cobrar sobre o valor de uma ação.

Na advocacia trabalhista voltada aos empregados, existem contratos que estabelecem honorários de 20%, 25%, 30% ou outros percentuais, dependendo das características do caso e das condições ajustadas.

Esses números são exemplos de práticas contratuais, e não uma tabela universal de preços.

O percentual deve observar as normas éticas da OAB, inclusive a tabela de honorários da seccional competente.

Também é importante verificar sobre qual valor será calculada a porcentagem.

O contrato pode estabelecer critérios específicos para o cálculo dos honorários, considerando, por exemplo, o valor bruto ou líquido recebido pelo trabalhador.

Outro ponto importante é verificar se os honorários serão cobrados sobre valores recebidos por acordo judicial ou somente após uma sentença.

Portanto, mais importante do que descobrir qual porcentagem um advogado trabalhista cobra é compreender exatamente as condições estabelecidas no contrato.

É normal um advogado trabalhista cobrar 30%?

Sim. A cobrança de honorários contratuais correspondentes a 30% do valor recebido pelo trabalhador é uma prática encontrada na advocacia trabalhista.

Isso acontece porque muitos advogados trabalham com honorários de êxito, ou seja, recebem uma remuneração vinculada ao resultado econômico obtido pelo cliente.

Imagine um trabalhador que foi dispensado sem receber corretamente suas verbas rescisórias.

Após contratar um advogado, ele ingressa com uma reclamação trabalhista e consegue receber R$ 15.000,00.

Se o contrato estabelecer honorários de 30% sobre esse valor, o advogado receberá R$ 4.500,00, e o trabalhador ficará com R$ 10.500,00, desconsiderando eventuais outros descontos.

Entretanto, a cobrança de 30% não é obrigatória nem automaticamente adequada para todos os casos.

O percentual deve ser analisado conforme as circunstâncias da contratação e as normas profissionais aplicáveis.

Antes de assinar o contrato, o trabalhador deve esclarecer todas as dúvidas sobre o valor cobrado por advogado trabalhista, especialmente quanto à base de cálculo e ao momento do pagamento.

O advogado trabalhista pode cobrar 40%?

A possibilidade de um advogado trabalhista cobrar 40% depende das circunstâncias da contratação e da observância das normas éticas da advocacia.

Não existe uma regra geral na CLT que estabeleça um percentual único para os honorários contratuais de advogados trabalhistas.

Entretanto, isso não significa que qualquer percentual possa ser cobrado sem restrições.

O Código de Ética e Disciplina da OAB estabelece parâmetros que devem ser respeitados na contratação dos honorários.

Nos contratos em que a remuneração depende do resultado do processo, também devem ser observadas as regras relacionadas à proporcionalidade e à vantagem econômica do cliente.

Por isso, quando um advogado apresenta uma proposta de honorários de 40%, é importante compreender as condições do contrato.

O trabalhador deve verificar se existem despesas adicionais, se haverá cobrança sobre valores de FGTS, se o percentual será aplicado sobre o valor bruto ou líquido e como serão tratados eventuais honorários de sucumbência.

Essas informações ajudam a evitar dúvidas e conflitos durante o andamento do processo.

Preciso pagar um advogado trabalhista antes de entrar com o processo?

Não necessariamente.

Muitos trabalhadores acreditam que precisam ter dinheiro disponível para contratar um advogado e iniciar uma reclamação trabalhista.

Entretanto, existem profissionais que trabalham com honorários de êxito, permitindo que o pagamento contratual seja realizado somente quando o cliente recebe os valores decorrentes da ação.

Essa modalidade pode facilitar o acesso à Justiça para empregados que foram dispensados e estão enfrentando dificuldades financeiras.

Por exemplo, um trabalhador que ficou vários meses sem receber salários pode não ter condições de pagar honorários antecipadamente.

Nesse caso, ele poderá procurar um advogado trabalhista que ofereça a possibilidade de pagamento vinculado ao resultado da reclamação.

É importante destacar que essa forma de contratação depende das condições oferecidas pelo profissional.

Além disso, a ausência de pagamento antecipado de honorários contratuais não significa que o processo esteja livre de qualquer despesa ou risco financeiro.

Por isso, é fundamental esclarecer as condições antes de assinar o contrato.

Existe advogado trabalhista que cobra somente no final do processo?

Sim. Existem advogados trabalhistas que trabalham com honorários contratuais pagos apenas quando o trabalhador recebe os valores decorrentes da reclamação trabalhista.

Essa modalidade é conhecida como contratação por honorários de êxito.

Nesses casos, o advogado e o cliente estabelecem previamente um percentual ou outro critério de remuneração, conforme as condições contratuais.

O pagamento poderá ocorrer quando houver recebimento de valores por acordo judicial, sentença ou execução.

É importante observar que nem todo processo trabalhista termina com o recebimento de dinheiro.

Algumas reclamações são julgadas improcedentes, enquanto outras podem envolver discussões prolongadas sobre a existência dos direitos alegados.

Por esse motivo, o contrato deve esclarecer o que acontece quando o trabalhador não recebe valores.

Também deve estabelecer como serão tratadas eventuais despesas processuais e os honorários de sucumbência.

Ao pesquisar quanto custa um advogado trabalhista, vale perguntar expressamente se existe a possibilidade de contratação sem pagamento inicial.

Quanto custa entrar com uma ação trabalhista?

O custo de uma ação trabalhista pode envolver honorários advocatícios, custas processuais, despesas com provas e outros encargos previstos na legislação.

Entretanto, é importante diferenciar o valor cobrado pelo advogado das despesas relacionadas ao processo judicial.

Os honorários contratuais correspondem à remuneração combinada entre o trabalhador e o profissional responsável pela ação.

Já as custas processuais seguem regras próprias da Justiça do Trabalho.

Além disso, trabalhadores que comprovam insuficiência de recursos podem ter direito à justiça gratuita, conforme os requisitos legais. Desde setembro de 2026, o STF garante a justiça gratuita a quem ganha até R$ 5 mil por mês.

Esse benefício pode reduzir significativamente os custos de acesso ao Poder Judiciário.

Contudo, a justiça gratuita não elimina automaticamente todas as obrigações financeiras que podem surgir durante o processo.

Outro ponto importante é que o trabalhador deve apresentar informações verdadeiras e documentos que ajudem a comprovar os direitos reivindicados.

Antes de iniciar uma reclamação trabalhista, é recomendável solicitar uma avaliação jurídica para compreender os possíveis custos, benefícios e riscos da ação.

Quem perde uma causa trabalhista precisa pagar o advogado?

Essa é uma das dúvidas mais importantes de quem pretende ingressar com uma reclamação trabalhista.

A resposta depende do contrato celebrado com o advogado e das circunstâncias do processo.

Se os honorários contratuais estiverem vinculados exclusivamente ao êxito, a remuneração dependerá das condições estabelecidas entre o profissional e o cliente.

Entretanto, existe outra modalidade de honorários que merece atenção: os honorários de sucumbência.

Na Justiça do Trabalho, o artigo 791-A da CLT prevê honorários de sucumbência, que podem ser fixados entre 5% e 15%, observados os critérios legais.

Esses honorários são diferentes daqueles contratados diretamente pelo trabalhador.

Em determinadas situações, o empregado que perde pedidos formulados na reclamação pode ser condenado ao pagamento de honorários ao advogado da parte contrária.

Para beneficiários da justiça gratuita, entretanto, existem limitações constitucionais e legais à exigibilidade desses valores.

Por isso, é importante compreender os riscos processuais antes de ajuizar uma reclamação trabalhista.

Qual a diferença entre honorários contratuais e honorários de sucumbência?

Embora ambos sejam chamados de honorários advocatícios, os honorários contratuais e os honorários de sucumbência possuem naturezas diferentes.

Os honorários contratuais são aqueles estabelecidos diretamente entre o advogado e seu cliente.

Por exemplo, um trabalhador pode contratar um advogado trabalhista mediante o pagamento de 30% dos valores recebidos na reclamação.

Os honorários de sucumbência, por outro lado, são fixados pelo juiz e decorrem do resultado dos pedidos discutidos no processo.

Na Justiça do Trabalho, esses honorários são disciplinados pelo artigo 791-A da CLT.

É possível que um advogado receba honorários contratuais de seu cliente e honorários de sucumbência da parte contrária, conforme o resultado da ação.

Por isso, antes de contratar um advogado trabalhista, o trabalhador deve perguntar se os honorários de sucumbência estão incluídos no percentual contratado ou se serão recebidos separadamente pelo profissional.

Essa informação deve estar clara no contrato para evitar dúvidas futuras.

Como escolher um advogado trabalhista?

Escolher um advogado trabalhista é uma decisão importante para quem pretende buscar seus direitos na Justiça do Trabalho.

Embora o valor dos honorários seja relevante, ele não deve ser o único critério considerado.

O trabalhador deve procurar um profissional que tenha experiência na área trabalhista e conhecimento sobre os direitos discutidos no seu caso.

Também é importante verificar se o advogado explica de maneira clara as possibilidades jurídicas, os documentos necessários e os riscos envolvidos no processo.

Outro cuidado é compreender como funciona o atendimento durante a reclamação trabalhista.

O cliente deve saber como poderá obter informações sobre o andamento da ação e quais serão os canais de comunicação utilizados.

O escritório Frederico Bermúdez Advocacia Trabalhista, fundado em 2014, atua na defesa de empregados em demandas relacionadas a direitos trabalhistas, incluindo reconhecimento de vínculo de emprego e verbas decorrentes da relação de trabalho.

A análise individualizada permite identificar quais direitos podem ser discutidos judicialmente e quais provas serão necessárias.

Quanto custa contratar um advogado para reconhecer vínculo de emprego?

O valor cobrado por um advogado trabalhista em uma ação de reconhecimento de vínculo de emprego depende das condições da contratação e da complexidade do caso.

Esse tipo de reclamação é comum entre trabalhadores que prestaram serviços sem registro na carteira de trabalho.

A ausência de carteira assinada, por si só, não impede o reconhecimento judicial da relação de emprego.

Para isso, é necessário verificar se estavam presentes os requisitos previstos nos artigos 2º e 3º da CLT, conforme as características da prestação dos serviços.

Quando o vínculo é reconhecido, o trabalhador pode ter direito a parcelas como férias acrescidas de um terço, décimo terceiro salário, FGTS e verbas rescisórias, conforme o caso.

O escritório Frederico Bermúdez Advocacia Trabalhista atua em reclamações relacionadas ao reconhecimento de vínculo de emprego, incluindo situações envolvendo trabalhadores que prestaram serviços sem a formalização adequada.

Para compreender os possíveis valores envolvidos, é importante analisar o período trabalhado, a remuneração recebida, a forma de contratação e os documentos disponíveis.

Como contratar um advogado trabalhista em Porto Alegre?

Quem procura um advogado trabalhista em Porto Alegre deve buscar um profissional que atue na defesa dos direitos dos empregados e ofereça informações claras sobre as condições da contratação.

O primeiro passo é apresentar um resumo da situação enfrentada no trabalho.

É importante informar quando começou a trabalhar, qual era a função exercida, quanto recebia, se possuía carteira assinada e como ocorreu o encerramento do contrato.

Também é recomendável reunir documentos que possam ajudar na análise, como mensagens de WhatsApp, comprovantes de pagamento, recibos, documentos rescisórios e registros da jornada de trabalho.

O escritório Frederico Bermúdez Advocacia Trabalhista está localizado em Porto Alegre e atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, inclusive em demandas envolvendo ausência de registro em carteira e reconhecimento de vínculo de emprego.

Antes de contratar, o trabalhador poderá esclarecer suas dúvidas sobre honorários advocatícios, condições de pagamento e possibilidades jurídicas relacionadas ao seu caso.

Vale lembrar que existem prazos legais para ajuizar reclamações trabalhistas. Em regra, após o encerramento do contrato de trabalho, o empregado possui dois anos para ingressar com a ação, observada a prescrição quinquenal e eventuais particularidades do caso.

Conclusão

Chegamos ao fim de mais um conteúdo desenvolvido pelo escritório de advocacia trabalhista Frederico Bermúdez. Neste blog post falamos sobre qual o valor cobrado por um advogado trabalhista, qual a porcentagem que um advogado trabalhista cobra, se é normal cobrar 30%, se o advogado pode cobrar 40%, se é necessário pagar antes de entrar com o processo, se existe advogado que cobra somente no final, quanto custa entrar com uma ação trabalhista, quem paga os honorários quando perde uma causa, a diferença entre honorários contratuais e honorários de sucumbência, como escolher um advogado trabalhista, quanto custa contratar um advogado para reconhecer vínculo de emprego e como contratar um advogado trabalhista em Porto Alegre.

Como vimos, o valor cobrado por advogado trabalhista pode variar conforme o profissional, a complexidade da reclamação e as condições estabelecidas no contrato.

Em muitos casos, é possível contratar um advogado mediante honorários vinculados ao resultado da ação, sem a necessidade de pagamento antecipado.

Entretanto, cada situação deve ser analisada individualmente, considerando os direitos envolvidos, as provas disponíveis e os riscos processuais.

Está com dúvidas sobre seus direitos trabalhistas?

Se você trabalhou sem carteira assinada, não recebeu corretamente suas verbas rescisórias ou acredita que seus direitos não foram respeitados, procure orientação jurídica.

Entre em contato com o escritório Frederico Bermúdez Advocacia Trabalhista, em Porto Alegre, para esclarecer suas dúvidas sobre o valor cobrado por advogado trabalhista e obter informações sobre a possibilidade de buscar seus direitos na Justiça do Trabalho.

Conteúdo desenvolvido pelo escritório de advocacia trabalhista Frederico Bermúdez.

Quer saber se você tem direito? Conte o seu caso

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Frederico Bermúdez

Advogado trabalhista, OAB/RS 90.859, inscrito desde 2013 e formado pela PUCRS. Atua só na defesa de trabalhadores, com escritório em Porto Alegre e atendimento em todo o Brasil.

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